domingo, 2 de julho de 2017

                                   EM RIBEIRÃO PRETO É NO ATACADO
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                                            DEPUTADO BALEIA ROSSI
     O ministro Gilmar Mendes determinou que todos os documentos apreendidos em Ribeirão Preto (SP) durante a Operação Sevandija que citem o nome do deputado federal Baleia Rossi, líder do PMDB na Câmara, sejam encaminhados ao Supremo Tribunal Federal (STF).
     Deflagrada em setembro de 2016, a Sevandija revelou fraudes em licitações de R$ 203 milhões na Prefeitura, além de desvio de dinheiro público no repasse indevido de honorários advocatícios e um esquema de corrupção na ocupação de cargos terceirizados no governo.
     A ex-prefeita Dárcy Vera e o ex-presidente da Câmara Municipal Walter Gomes (PTB) foram presos, acusados de participação nesses crimes. Além deles, outros seis continuam presos e mais 23 também se tornaram réus no processo. 
    203 MILHÕES FURTADOS DE UMA SÓ LAPADA
    Ainda bem que a ex-prefeita e o ex-presidente da Câmara Municipal continuam presos, além de outros seis ladrões de dinheiro público.
    O nome do Deputado Baleia Rossi é citado em uma suposta planilha apreendida no apartamento do empresário Marcelo Plastino, morto em novembro do ano passado, e acusado de pagar propina a agentes políticos. 
     O pedido do Gilmar Mendes deve-se ao fato de Deputado gozar de foro privilegiado.O empresário que pagou propina foi assassinado. Isto me lembra o caso Celso Daniel que até hoje ainda aguarda uma solução.
     O ex-presidente da Câmara Municipal continua preso. Nenhum prefeito consegue furtar se não contar com a conivência do presidente da Câmara.
     É PRECISO ACABAR COM O FORO PRIVILEGIADO! 

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