DEPUTADO BALEIA ROSSI
O ministro Gilmar Mendes determinou que todos os documentos apreendidos
em Ribeirão Preto (SP) durante a Operação Sevandija que citem o nome do
deputado federal Baleia Rossi, líder do PMDB na Câmara, sejam
encaminhados ao Supremo Tribunal Federal (STF).
Deflagrada em setembro de 2016, a Sevandija revelou fraudes em
licitações de R$ 203 milhões na Prefeitura, além de desvio de dinheiro
público no repasse indevido de honorários advocatícios e um esquema de
corrupção na ocupação de cargos terceirizados no governo.
A ex-prefeita Dárcy Vera e o ex-presidente da Câmara Municipal Walter
Gomes (PTB) foram presos, acusados de participação nesses crimes. Além
deles, outros seis continuam presos e mais 23 também se tornaram réus no
processo.
203 MILHÕES FURTADOS DE UMA SÓ LAPADA
Ainda bem que a ex-prefeita e o ex-presidente da Câmara Municipal continuam presos, além de outros seis ladrões de dinheiro público.
O nome do Deputado Baleia Rossi é citado em uma suposta planilha apreendida no apartamento do empresário Marcelo Plastino, morto em novembro do ano passado, e acusado de pagar propina a agentes políticos.
O pedido do Gilmar Mendes deve-se ao fato de Deputado gozar de foro privilegiado.O empresário que pagou propina foi assassinado. Isto me lembra o caso Celso Daniel que até hoje ainda aguarda uma solução.
O ex-presidente da Câmara Municipal continua preso. Nenhum prefeito consegue furtar se não contar com a conivência do presidente da Câmara.
É PRECISO ACABAR COM O FORO PRIVILEGIADO!
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