No Amazonas, 2.337.294 eleitores devem ir às urnas na eleição
suplementar neste domingo (6). O eleitorado vota para escolher, entre
nove candidatos, o novo governador do Amazonas. Um eventual segundo
turno está previsto para 27 de agosto. A eleição foi determinada no Amazonas após a cassação dos mandatos do ex-governador, José Melo, e do vice, Henrique Oliveira, por compra de votos nas eleições de 2014.
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Ricardo Lewandowski determinou, porém, que quem vencer a eleição não poderá ser diplomado até que os recursos do governador cassado e do vice sejam julgados.
QUEM VENCER A ELEIÇÃO NÃO PODERÁ SER DIPLOMADO.
Dá para entender as nossas leis?
Realizam novas eleições, mas já avisam que o vencedor só assume depois de todos os recursos do governador cassado e do vice sejam julgados.
Por que não deixaram para realizar as eleições somente após o julgamento de todos os recursos? Porque sabem que os recursos só terminarão de ser julgados após o fim do mundo.
E assim instala-se no Amazonas a balbúrdia, com um governador de fato e um de direito.
Nos EUA isto jamais aconteceria. Lá o condenado em qualquer instância é imediatamente recolhido ao xadrez. No Brasil o condenado recorre e continua governando como se nada tivesse acontecido.
Em Mossoró temos o caso dos recursos SAL GROSSO que há anos aguardam julgamento pelo TJRN e permitem que condenado a mais de 5 anos de cadeia continue no exercício de cargo eletivo e presidindo a Câmara Municipal.
ISTO PODE CONTINUAR?
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