Felicidade incomoda aos que são desprovidos de amor.
Aos que vivem só pra si e disputam uma corrida maluca onde a chegada não existe. São os que estão querendo sempre mais e mais, não importando se estão tirando o pão da boca de crianças famintas ou remédios de velhinhos que ainda desejam viver.
Como eu admiro a Madre Teresa de Calcutá.
Como eu admiro a FELICIDADE desta Santa freirinha, que foi feliz e fez a muitos menos infelizes com o seu amor.
Transformando a dor em alegria a Madre Teresa de Calcutá realizou-se, foi e é feliz.
Não existe felicidade naquilo que é conquistado por meios escusos.
Não existe felicidade quando se busca apenas a própria realização.
Ninguém é feliz numa ilha de prosperidade num mar de miséria.
Somente os corruptos, por serem desprovidos de amor ao próximo podem pensar ser possível felicidade sozinho. E por pensarem e agirem desta maneira dormem em quartos separados quando tentam manter as aparências de que vivem em família.
Observe os filhos dos corruptos. Alguns têm filhos que estão ricos, mas não estão realizados e muito menos emancipados. Pode existir felicidade nisso? Pode isto ser motivo de inveja?
É preciso não confundir admiração com inveja.
Admiro a fortuna de Neymar, Roberto Carlos e de tantos outros que enriqueceram graças ao talento e ao trabalho.
Menosprezo a riqueza dos que fizeram fortuna através da corrupção.
Assim como é preciso discernir admiração de inveja, mais ainda é necessário não confundir menoscabo com inveja.
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